Às páginas da vida há que as ir lendo com atenção e voltando com lucidez. Sem pressa nem medo. Sem credo nem dono. Que o pânico da folha em branco nos não prenda a uma história demasiado lida e treslida. Para que sejam sempre folhas vivas.
Juliette Gréco, Les feuilles mortes (canção ao som da qual voltei mais uma página em boa companhia)
Ah, e obrigado por isto, old man!

