Hoje é o dia por que esperamos desde Janeiro - o do concerto de Moustaki no CCB! Dizem as 'más línguas' que está velho e canta mais devagar, mas acreditamos que conservará toda a magia das suas músicas! Passado um fim-de-semana a recordar as músicas da nossa vida, entre viagens para aqui e para ali, hoje vai ser ao vivo, um reviver em gestos, em olhares, um poeta de cumplicidades, de fins de tarde espalhados pelas viagens ou em terraços altos nos fins-de-semana. Esperamo-lo vivo, enérgico e com aquela voz a que nos habituou, num concerto que nos vai ficar a pairar na memória por muitos anos. O Cais recorda o concerto no Olympia, em 2000, e o codornizes o do Dejazet, em 1987, com a música Il est trop tard. Mas nunca é tarde para ouvir Georges!
Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Cais das codornizes (XIII)
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Quanta Luz!
Praia da Luz, 11 de Maio (foto da Rosarinho)
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
O codornizes é um blogue apaixonante
É a opinião da Mateso e, como entendem, não vou contestar, apenas aceitar com um sorriso indisfarçado. Vindo de um blogue como o aArtmus (de que já vos falei), o prémio deixou-me muito feliz. Não só pelo gesto como pela linda imagem que o materializa. O reverso da medalha é, obviamente, ter de escolher seis a quem passar o galardão, criado pelo blogue Infinito Particular. Vamos lá, então... por onde passa a paixão na minha blogosfera particular? Olha, em vez de seis saíram oito!Valem-no traineiras, avós, caligrafia e I love you numa guitarra...
Porque nada ali é evidente e pelos textos do Psb...
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
Os nossos amores
Chico Buarque, O meu amor
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The night we made contact
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008
Baú das codornizes (IX)
Genérico de Tom Sawyer
Não sei quantas vezes cantei esta canção. Passou muito tempo entre a primeira e a mais recente, que é como quem diz entre ter visto estes deliciosos desenhos animados na RTP2 - sobretudo em casa da minha Tia Amelinha - e tê-la trauteado, há dias, num serão divertido. Muitos anos depois da estreia, o genérico de Tom Sawyer tornou-se o hino oficial dos banhos de fim de tarde no Baleal. Guiados pelo inigualável PTD, um grupo de miúdos de todas as idades desafiava as ondas e a brisa fresquíssima do poente, entoando em uníssono estas estrofes sobre aventura, camaradagem, sonhos e emoções. Confiança e coragem eram conceitos que não havia razão para pôr em causa. A saída do mar, com o sol posto e o tempo contadíssimo para irmos tomar banho e pôr-nos bonitos para o jantar, era feita ao som desta outro canto. Tão diferente e tão igual ao anterior.
Zeca Afonso, Canto moço
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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008
No sorriso louco das mães batem as leves / gotas de chuva

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O voo da codorniz com Google Earth (XXIV)
Chelsea, Londres, InglaterraContei hoje a um amigo uma história que passa por este bairro londrino, muito posh e vitoriano. Gosto de andar a pé pelas ruas de Chelsea, sob chuva miudinha, a ver qual dos telhados em bico chega primeiro ao céu. São fileiras de casas de tijolo vermelho, esbeltas e alinhadinhas, alternando com travessas que parecem as vilas que ainda restam em Lisboa. De Knightsbridge até ao Tamisa - onde um dia deixei cair um boné -, hei-de repetir a passeata um destes dias. Até lá, consolo-me com palavras do poeta-poetinha.
Onde, merencórios, toutinegram rouxinóis
Forlornando baladas para nunca mais!
Ó imortal landscape
no anticlímax da aurora!
ô joy for ever!
Na hora da nossa morte et nunc et semper
Na minha vida em lágrimas!
uer ar iú
Ó fenesuites, calmo atlas do fog
Impassévido devorador das esterlúridas?
Darling, darkling I listen...
"... it is, my soul, it is
Her gracious self..."
murmura adormecida
É meu nome!...
sou eu, sou eu, Nabucodonosor!
Motionless I climb
the wa
t
e
r
Am I p a Spider?
Am I p a Mirror?
e
Am I s an X Ray?
No, I'm the Three Musketeers
rolled in a Romeo.
Vírus
Da alta e irreal paixão subindo as veias
Com que chegar ao coração da amiga.
Alas, celua
Me iluminou, celua me iludiu cantando
The songs of Los; e agora
meus passos
são gatos
Comendo o tempo em tuas cornijas
Em lúridas, muito lúridas
Aventuras do amor mediúnico e miaugente...
So I came
- from the dark bull-like tower
fantomática
Que à noite bimbalha bimbalalões de badaladas
Nos bem-bons da morte e ruge menstruosamente sádica
A sua sede de amor; so I came
De Menaipa para Forox, do rio ao mar - e onde
Um dia assassinei um cadáver aceso
Velado pelas seis bocas, pelos doze olhos, pelos centevinte dedos espalmados
Dos primeiros padres do mundo; so I came
For everlong that everlast - e deixa-me cantá-lo
A voz morna da retardosa rosa
Mornful and Beátrix
Obstétrix
Poésia.
Dost thou remember, dark love
Made in London, celua, celua nostra
Mais linda que mare nostrum?
quando early morn'
Eu vinha impressentido, like the shadow of a cloud
Crepitante ainda nos aromas emolientes de Christ Church meadows
Frio como uma coluna dos cloisters de Magdalen
Queimar-me à luz translúcida de Chelsea?
Fear love...
ô brisa do Tâmisa, ô ponte de Waterloo, ô
Roofs of Chelsea, ô proctors, ô preposterous
Symbols of my eagerness!
- terror no espaço!
- silêncio nos graveyards!
- fome dos braços teus!
Só Deus me escuta andar...
- ando sobre o coração de Deus
Em meio à flora gótica... step, step along
Along the High... "I don't fear anything
But the ghost of Oscar Wilde..." …ô darlingest
I feared... A ESTAÇÃO DE TRENS... I had to post-pone
All my souvenirs! there was always a bowler-hat
Or a POLICEMAN around, a streched one, a mighty
Goya, looking sort of put upon, cuja passada de cautchu
Era para mim como o bater do coração do silêncio (I used
To eat all the chocolates from the one-penny-machine
Just to look natural; it seemed to me que não era eu
Any more, era Jack the Ripper being hunted) e suddenly
Tudo ficava restful and worm... - o sííííííííí
Lvo da Locomotiva - leitmotiv - locomovendo-se
Through the Ballad of READING Gaol até a vísão de
PADDINGTON (quem foste tu tão grande
Para alevantares aos amanhecentes céus de amor
Os nervos de aço de Vercingetórix?). Eu olharia risonho
A Rosa-dos-Ventos. S. W. Loeste! no dédalo
Se acalentaria uma loenda de amigo: "I wish, I wish
I were asleep". Quoth I: - Ô squire
Please, à Estrada do Rei, na Casa do Pequeno Cisne
Room twenty four! ô squire, quick, before
My heart turns to whatever whatsoever sore!
Há um grande aluamento de microerosíferos
Em mim! ô squire, art thou in love? dost thou
Believe in pregnancy, kindly tell me? ô
Squire, quick, before alva turns to electra
For ever, ever more! give thy horses
Gasoline galore, but do take me to my maid
Minha garota - Lenore!
Quoth the driver: - Right you are, sir.
*
O roofs of Chelsea!
Encantados roofs, multicolores, briques, bridges, brumas
Da aurora em Chelsea! ô melancholy!
"I wish, I wish I were asleep..." but the morning
Rises, o perfume da madrugada em Londres
Makes me fluid... darling, darling, acorda, escuta
Amanheceu, não durmas... o bálsamo do sono
Fechou-te as pálpebras de azul... Victoria & Albert resplende
Para o teu despertar; ô darling, vem amar
À luz de Chelsea! não ouves o rouxinol cantar em Central Park?
Não ouves resvalar no rio, sob os chorões, o leve batel
Que Bilac deitou à correnteza para eu te passear? não sentes
O vento brando e macio nos mahoganies? the leaves of brown
Came thumbling down, remember?
"Escrevi dez canções...
... escrevi um soneto...
... escrevi uma elegia..."
Ô darlíng, acorda, give me thy eyes of brown, vamos fugir
Para a Inglaterra?
"... escrevi um soneto...
... escrevi uma carta..."
Ô darling, vamos fugir para a Inglaterra?
..."que irão pensar
Os quatro cavaleiros do Apocalipse..."
"... escrevi uma ode..."
Ô darling!
Ô PAVEMENTS!
Ô roofs of Chelsea!
Encantados roofs, noble pavements, cheerful pubs, delicatessen
Crumpets, a glass of bitter, cap and gown... - don't cry, don't cry!
Nothing is lost, I'll come again, next week, I promise thee...
Be still, don't cry...
... don't cry
... don't cry
RESOUND
Ye pavements!
- até que a morte nos separe
ó brisas do Tâmisa, farfalhai!
Ó telhados de Chelsea,
amanhecei!
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
E as mães / aproximam-se, soprando os dedos frios

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Baú das codornizes (VIII)
Oom pah pah, do filme Oliver!, com Shani Wallis
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Segundo presente do dia
ACTUALIZAÇÃO: Se não conseguirem abrir o vídeo, carreguem aqui.
Júlio Miguel e Lêninha, O filho do recluso
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Merci, dame blonde
Barbara e Georges Moustaki, La dame brune
Chante encore au clair de la lune, je viens vers toi
Ta guitare, orgue de fortune, guide mes pas
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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008
E as calmas mães intrínsecas sentam-se / nas cabeças filiais
Alfredo Ramos Martínez
Bryce Brown
Fernando Botero
Gustav Klimt
Joan Miró
José de Almada Negreiros
Keith Haring
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Pata Patunça com chapéu de passeio
Pediste com jeitinho e, porque mereces, aqui a tens (e com um poema de bónus). Como tu, gosta de passear. Como tu, olha para tudo com muita atenção. Como tu, enternece-me.
Plumas, de José Tolentino de Mendonça
(in A estrada branca)
Através da terra o amor
torna-nos estranhos à terra
liga-nos a uma divina linhagem
com seu tormento inapagável
suas verdades enormes
O amor vive na ponta dos cabelos
O amor, ditam os frios de coração, é ruinoso
qualquer momento em chamas
denunciará a precisa inquietação que nos toma
Os inocentes que se amam dizem
teu corpo está a nevar
tua alma é uma flor
um prado tranquilo sua noite
Os inocentes que se amam
por seu tormento elevam-se
como plumas
num chapéu de passeio
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15:46:00
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Piscadela de olho depois do almoço
Não sei se o cantor é santo do teu altar, mas sabes que é do meu. E, ainda por cima, uma das vozes que o acompanha é a minha. Foi no Coliseu dos Recreios, a 25 de Novembro de 1994 (há muito muito tempo / eras tu uma criança...).
Sérgio Godinho, O primeiro dia
pede-se o descanso por curto que seja
apagam-se dúvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
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Minha Pátria é a Língua Portuguesa
CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO
(Ao abrigo do disposto nos Artigos n.os 52.º da Constituição da República Portuguesa, 247.º a 249.º do Regimento da Assembleia da República, 1.º n.º. 1, 2.º n.º 1, 4.º, 5.º, 6.º e seguintes da Lei que regula o exercício do Direito de Petição)
Ex.mo Senhor Presidente da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro
1 – O uso oral e escrito da língua portuguesa degradou-se a um ponto de aviltamento inaceitável, porque fere irremediavelmente a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. Por culpa dos que a falam e escrevem, em particular os meios de comunicação social; mas ao Estado incumbem as maiores responsabilidades porque desagregou o sistema educacional, hoje sem qualidade, nomeadamente impondo programas da disciplina de Português nos graus básico e secundário sem valor científico nem pedagógico e desprezando o valor da História.
Se queremos um Portugal condigno no difícil mundo de hoje, impõe-se que para o seu desenvolvimento sob todos os aspectos se ponha termo a esta situação com a maior urgência e lucidez.
2 – A agravar esta situação, sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado) e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia.
Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Doutor Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.
3 – O Ministério da Educação, porque organiza os diferentes graus de ensino, adopta programas das matérias, forma os professores, não pode limitar-se a aceitar injunções sem legitimidade, baseadas em "acordos" mais do que contestáveis. Tem de assumir uma posição clara de respeito pelas correntes de pensamento que representam a continuidade de um património de tanto valor e para ele contribuam com o progresso da língua dentro dos padrões da lógica, da instrumentalidade e do bom gosto. Sem delongas deve repor o estudo da literatura portuguesa na sua dignidade formativa.
O Ministério da Cultura pode facilitar os encontros de escritores, linguistas, historiadores e outros criadores de cultura, e o trabalho de reflexão crítica e construtiva no sentido da maior eficácia instrumental e do aperfeiçoamento formal.
4 – O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.
É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes "mudas" – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.
Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão.
Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa.
A transcrição de palavras de outras línguas e a sua eventual adaptação ao português devem fazer-se segundo as normas científicas internacionais (caso do árabe, por exemplo).
Recusamos deixar-nos enredar em jogos de interesses, que nada leva a crer de proveito para a língua portuguesa. Para o desenvolvimento civilizacional por que os nossos povos anseiam é imperativa a formação de ampla base cultural (e não apenas a erradicação do analfabetismo), solidamente assente na herança que nos coube e construída segundo as linhas mestras do pensamento científico e dos valores da cidadania.
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008
As mães são as mais altas coisas / que os filhos criam
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Hoje disseram-me: Onde quer que me leves serei feliz
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Só para ti
The Rembrandts, genérico da série Friends
So no one told you life was gonna be this way
Your job's a joke, you're broke, your love life's D.O.A
It's like you're always stuck in second gear
When it hasn't been your day, your week, your month, or even your year
But...
I'll be there for you
(When the rain starts to pour)
I'll be there for you
(Like I've been there before)
I'll be there for you
('cause you're there for me too)
Para uma amiga que está triste. Sem perguntas, aqui vai uma migalhinha para alimentar o teu sorriso lindo.
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Músicas que ficaram (VII e último)
A ordem alfabética concatena três colossos, chave de ouro para a série musical que a Martini inspirou há mais de dois meses. Temos vindo a divulgá-la a conta-gotas e, para quem não se lembra, o desafio era dizer que músicas nos marcaram na adolescência.(Bridge over troubled water)
(I guess that's why they call it the blues)
(Don't cry - versão original)
e Caetano Veloso (Você não entende nada)
Pagani (Concerto pour Venise)
e Toquinho (Regra três)
and Garfunkel (Bridge over troubled water)
(I guess that's why they call it the blues)
(Don't cry - versão original)
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008
E as mães são cada vez mais belas
Ontem foi Dia da Mãe. É dos poucos Dias-disto-e-daquilo a que ligo (outro é este). Às que o já são há muito tempo e às que o vão ser em breve, deixo um beijo e um poema.
















































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