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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Courrier Internacional n.º 155


Os festejos atrasaram a divulgação mensal da revista em que trabalho e impedem, por enquanto, que vos dê a conhecer a belíssima capa do n.º 155 do Courrier Internacional. Acreditem, todavia, que vale a pena olhar para ela nas bancas. Tem força e, mais importante, não é enganadora quanto ao conteúdo que o leitor irá encontrar no interior da publicação.

O tema central é a queda das civilizações. O mundo tal como o conhecemos poderá desaparecer sem deixar rasto? Como e porque soçobrou a sólida Babilónia? Que impacto terão nisto tudo as pandemias e as questões ambientais. Como sempre, fomos procurar respostas nos melhores jornais e revistas do mundo.

Há mais assuntos para ler nesta edição: pirataria na Somália, novas formas de captar energia solar, problemas com retretes e esgotos, o fim das certezas na economia, o testemunho de uma vítima de lobotomia e, na secção dos insólitos, sugestões para os últimos presentes, que poderá oferecer até ao Dia de Reis.

É preciso dizer que a revista actualmente nas bancas é a última que fizemos sob a direcção de Fernando Madrinha. Por se tratar de um jornalista com quem aprendi muito, quer no plano profissional quer no pessoal, por ser um homem de fino trato, fino gosto e finíssimos gestos e, acima de tudo, um bom amigo e dos melhores seres humanos que conheço, deixo-lhe aqui uma singela homenagem e um sentido abraço.



REM, It's the end of the world
as we know it (and I feel fine)

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Talvez mais à segunda-feira


REM, Everybody hurts (ouvido pela primeira vez
no Luxemburgo, há muitos anos... thanks, Tia!)

terça-feira, 18 de março de 2008

Músicas que ficaram (IV)

Prossegue a lista dos discos que marcaram os meus anos de adolescente. Gosto de álbuns ao vivo, tal como gosto de ir a concertos. Gosto, sobretudo, de álbuns ao vivo gravados em concertos onde estive. Não é o caso dos dois primeiros discos que hoje aqui trago, embora já tenha ouvido Moustaki ao vivo e tencione fazê-lo de novo em Maio. Os Queen nunca tive oportunidade de ver. Quanto ao disco dos REM, foi oferecido à minha irmã quando fez 11 anos e ocupou-nos o resto das noites de Verão. A culpada de levarem com esta música toda é, recordem-se os prezados leitores, a Martini. Entregas passadas: I, II e III.



Live at Webley '86, Queen (Bohemian Rhapsody)


Moustaki au Dejazet, Georges Moustaki (Le métèque)


Out of time, REM (Losing my religion)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Recordando os nineties


REM, Shiny happy people