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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O meu São Martinho foi assim



Tudo isto com gente de quem gosto.
A lenda do santo, a mensagem,
é mesmo essa: partilha.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O voo da codorniz (XL)

Isabel Silvestre - Ao Sul
Found at bee mp3 search engine

Isabel Silvestre, Ao Sul



Algarve, Portugal

São Rafael


Rocha Baixinha

Calheta, Luz

Mercado de Olhão


Ilha da Culatra

Faltam nas fotos a sopa de coentros com amêijoa, os mergulhos, as sardinhas de escabeche, os velhos amigos, os gelados, as gargalhadas, as conquilhas, os beijinhos, as morcelas, a música francesa, os queijos, as barrigas, o vinho verde e o tinto, os suspiros, as bruschettas, os protestos, os doces regionais, os mapas, a pasta de chouriço, o cansaço, os pâtés, o descanso.

Lá longe
Inventei o dia azul
E o desejo de partir
Pelo prazer de chegar
Ao sul

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Foi mesmo...


Lou Reed, Perfect day

...um dia perfeito. Por ti, mana!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O voo da codorniz (XXXVIII)

Prainha, Baleal, Portugal



Como sempre,
lugar de (re)encontros


quinta-feira, 2 de julho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Foi bom


Banhos, passeios, bruschettas, luzes, amigos, praias, jornais, tias, barcos, bebés, amêijoas, ondas, postais, estrelas, rochas, amigas, cafés, primos, gin-tonics, vinhos, piscinas, arroz de tamboril, cervejas, páginas, peixes, primas, festas, nuvens, palmeiras, dias, noites.


fotos e colagem de Virgínia Cordeiro Barros

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Faltam três dias...

...para eu ir para aqui!
Virgínia Barros, Praia da Luz

Mas sobram muitos mais dias para visitar a exposição de pintura Seasons come, seasons go, desta artista que é minha Tia. É no ESCA - Espaço para a Saúde da Criança e do Adolescente, Alameda D. Afonso Henriques, n.º9 - 4.º Dt.º, em Lisboa. Recomendo!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia da Criança

De todas, claro.
Mas, este ano, sobretudo da minha...


(Joaquín Sorolla, Niña en la playa)

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Dois abraços para dois arquitectos

A Teresa, que faz anos. E o Tiago, de quem tenho saudades.


Simon & Garfunkel, So long, Frank Lloyd Wright

Architects may come and
Architects may go and
Never change your point of view.

When I run dry
I stop awhile and think of you

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O voo da codorniz (XXXVII)

Serpa


São Gens


Pulo do Lobo


Aldeia da Luz


Monsaraz


Alentejo, Portugal


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Eis senão quando...

¡Que las hay las hay!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Contagem decrescente para o 25 de Abril - 2


José Carlos Ary dos Santos, As portas que Abril abriu
(são excertos, mas vale a pena lerem o poema todo aqui)

Em 1974 eu não era sequer projecto. A Revolução foi-me contada pela família e pel@s amig@s, que a viveram intensamente, cada um a seu ritmo, em liberdade. E que souberam transmitir aos pósteros os valores que Abril abriu. O poema de hoje, mandou-me o meu Tio Filipe, homem de terra e mar, patriarca que admiro, figura de referência a quem deixo um abraço com a força de um cravo.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Hoje almocei bem


Orquestra de Câmara de São João da Madeira (dirigida por
Richard Tomes), Morgenstemning, do Peer Gynt de Edvard Grieg (suite n.º1, Op. 46)


Tanto assim foi que entrei na tarde com a mesma disposição com que o sol nasceu, com que alguém no quarto da frente acordou sem chorar e com que outro alguém mais perto ficou a dormir. Até à noite (pelo menos!) ninguém me pára...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O voo da codorniz (XXXVI)

Suomenlinna/Sveaborg, Finlândia

O frio e a chuva sugerem um saltinho a este complexo de seis ilhas (Kustaanmiekka, Susisaari, Iso-Mustasaari, Pikku-Mustasaari, Länsi-Mustasaari e Långören) ao largo de Helsínquia, a que os finlandeses chamam Suomenlinna (fortaleza finlandesa) e os suecos Sveaborg (fortaleza sueca).

Por lá andámos há quatro anos - já?! -, de visita à minha irmã Filipa. Foram dias de cachecol e luvas, dias de passeio com neve quase pelos joelhos e um frio delicioso. O barco que nos levou teve de quebrar o mar gelado, as fotografias saíam cheias de névoa e a temperatura corporal restabelecia-se com bifes de rena e sidra de pera.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Dois anos!


Crosby, Stills, Nash and Young, Our house


I'll light the fire
You place the flowers in the vase
That you bought today

Staring at the fire
For hours and hours
While I listen to you
Play your love songs
All night long for me
Only for me

Come to me now
And rest your head for just five minutes
Everything is done

Such a cozy room
The windows are illuminated
By the evening sunshine through them
Fiery gems for you
Only for you

Our house is a very, very, very fine house
With two cats in the yard
Life used to be so hard
Now everything is easy
'Cause of you
And our
la la lala la la la lala la la lala lala la lala lala lala la la lala la la la la la

la la lala la la la lala la la lala lala la lala lala la lala

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cair como um patinho nunca soube tão bem


Francamente bom!!!

Herbert Pagani, La bonne franquette


Un picnic en hiver sur une moquette
C'est la faim, c'est la joie, la bonne franquette
Et ça fume et ça boit, ça chante et ça rit
Je peux vivre sans pain, mais pas sans amis!

No piquenique de Inverno que ontem me surpreendeu, qual rosa no meio da rua, não faltou o pão nem faltaram os amigos. Comeu-se, bebeu-se, fumou-se e cantou-se. Amigou-se. Não vou trocar nenhum dos presentes... e não trocava nenhum dos presentes. Os de corpo e os de espírito.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Página 30

Às páginas da vida há que as ir lendo com atenção e voltando com lucidez. Sem pressa nem medo. Sem credo nem dono. Que o pânico da folha em branco nos não prenda a uma história demasiado lida e treslida. Para que sejam sempre folhas vivas.
Juliette Gréco, Les feuilles mortes (canção ao som da qual voltei mais uma página em boa companhia)


Ah, e obrigado por isto, old man!



quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

O voo da codorniz (XXXVc)

Eixo Rua da Lapa-Rua Raul Brandão
Baleal, Portugal

(continuação disto, que era sequela daquilo e que fica por aqui)

Os réveillons do Baleal evoluem com o tempo. Recordo o de 2000-2001, em que houve festa no Clube (e banho para mim, claro, às cinco da matina), depois de opíparo jantar numa tasca ferreleja. Antes desta ainda demos um salto a um velório em Lisboa, para nos despedirmos de um grande amigo, Avô de uma prima que tinha vindo passar o Ano Novo connosco e acabou por dizer adeus à festa mais cedo...

Estive, depois, vários anos sem dobrar a meia-noite na ilha. Celebrava-a entre nuestros hermanos, quando por cá ainda eram onze. Só regressei ao Baleal, feliz, para entrar em 2008).

A festa começou na "casa biológica" e cedo se alargou à "casa por afinidade". Ao jantar na Travessa Hyde Catanho de Menezes, com amigos, seguiu-se a folia na Travessa Major Baltazar, com muitas outras famílias à mistura. Dançava-se na exígua sala do Duarte. Cada um que chegava trazia mais uma garrafa de espumante. E a cereja no topo do bolo foi a visita à Guida Formosinho, que reunira todo o clã para comer as passas. Bonito de se ver!

Foi tão bom que, este ano, repetimos quase o mesmo modelo. Instalados noutro poiso, não menos familiar, e juntando ainda mais família do que da vez anterior, gozámos de vários dias de ar, terra, água e fogo balealenses, com outros périplos pelo Oeste - Toxofal de Baixo, Atouguia da Baleia, Óbidos...

A passagem de ano propriamente dita compôs-se de jantar courtesy of João Maria & Cláudia, meia-noite na Ginha, berraria frente à praia, com forte representação dos primos Baltazares, e música numa tenda que alguns comerciantes locais montaram no parque de estacionamento por trás do Clube, y compris quiosques de cerveja, DJ e conjunto piroso/rockalhada. De avós a bebés de meses, foi com alegria e sem pensar em crises que demos as boas-vindas a 2009.

sábado, 18 de outubro de 2008

Já ia sendo hora...

...de os céus se manifestarem!



Johnny Mathis, When a child is born

Nota: Este quadro impressionista era o que se via da nossa janela há umas horitas. Ninguém me tira da cabeça que a saraivada de calibre malteser foi uma salva de boas-vindas.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

E assim continua


Paul Simon, Born at the right time

Never been lonely
Never been lied to
Never had to scuffle in fear
Nothing denied to
Born at the instant
The church bells chime
And the whole world whispering
Born at the right time