segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A carol a day keeps the doctor away (V)

Doménikos Theotokópoulos "El Greco",
Anunciação (1569)


Homenagem de um ateu ao dia da Imaculada Conceição, que por acaso (ou não) até foi muito bem passado... boa pintura e boa música, no caso El Greco e um carol religioso de 1661. A virgin unspotted foi publicado no livro New Carolls for this Merry Time of Christmas. Cantei esta canção, com muitos miúdos, há 20 Natais. Fazia parte da banda sonora do Nativity play, que representámos no Queen Elizabeth's School. A mim, que até tenho espírito natalício, calhou-me ser o Rei Herodes. Foi divertido e correu bem, ou não fôssemos orientados por excepcionais professores: Miss Madalena e Mister Rolim. No caso improvável de lerem esta entrada, deixo-lhes um abraço de Bom Natal.


A virgin unspotted

5 comentários:

MariaV disse...

Improvável? PORQUÊ, HEIN???
Beijo

João Paulo Cardoso disse...

Ei!
Eu também li (e constatei, com agrado, que a tarde de segunda-feira nada teve de imaculado, eh, eh!).

Um abraço.

portallisboa disse...

O portallisboa (www.portallisboa.net) e a Chiado Editora anunciam que estão abertas as inscrições para a participação na obra “Entre o Sono e o Sonho “ – Antologia de Poetas Contemporâneos. Consulte o regulamento em: http://www.portallisboa.net/modules.php?name=sonosonho

miguel disse...

Eu acho que o Pedro, quando falou nos leitores improváveis, se queria referir à Miss Mad e ao Mister Rolim, seus antigos professores.

Outra coisa: Mister Rolim! Isso de mister vai perdendo um pouco aquela conotação de aristocracia e boa educação extrema. Agora faz-me lembrar o mister Mourinho e o mister Scolari. Ou como o futebolês adopta tudo, até os anglicanismos.

Huckleberry Friend disse...

O Miguel acertou, Rosa. Referia-me à improbabilidade de os meus professores da primária chegarem ao codornizes... com os amigos, os fiéis do ninho, conto sempre. Aqui ou à volta da mesa das azevias ;) beijos para uma, abraços para o outro!

JP, que mácula houve então? Abraço.

Miguel, na mouche! É o futebolês, não o inglês, o esperanto do século XXI...