segunda-feira, 7 de julho de 2008

Courrier Internacional n.º149

Está no quiosque há uma semana a edição de Julho do Courrier Internacional. Este mês, desvendamos o reverso do conforto que garantem os telemóveis, computadores e outros aparelhos: uma incrível invasão da privacidade. Dá vontade de fugir para a Gran Sabana venezuelana, tema de outra reportagem, ou para Las Vegas, que, como poderá ler neste número, bem precisa de turistas... Outros destaques vão para um portefólio sobre um concurso de papagaios de papel gigantes no céu da indonésia, textos sobre a delinquência juvenil na Itália e a novíssima banda desenhada nigeriana e um retrato da estrela decadente Britney Spears. Fico à espera das vossas - sinceras e ferozes - reacções.


Britney Spears, Baby one more time
(não encontrei a deliciosa versão
Make my boobies one more size...)

8 comentários:

Por entre o luar disse...

beijinho e sorrisinhO*

purita disse...

já lá tenho para ler!:)

Andreia Ferreira disse...

vou comprar só por causa dessa coisa do reverso dos telemóveis e dos computadores. às vezes apetecia-me deitar o meu telemóvel ao lixo!!! (desabafo) - a capa está muito bem conseguida. Beijinho

Huckleberry Friend disse...

Por entre o luar, beijos sorridentes para ti também ;)

Purita, prémio de fidelidade para ti! Beijinhos.

Andreia, já somos dois. E às vezes também me apetecia deitar fora os telemóveis irritantes que se me cruzam no caminho ou aqueles cujos donos teimam em atender ou escrevinhar mensagens enquanto tentamos falar com eles... beijos!

Sofia K. disse...

Era para mim essa do telemóvel????

LOL

Também ainda não o li, mas acho que já lá anda por casa!!! ;-)

Huckleberry Friend disse...

Por acaso não estava a pensar em ti, cara mia, mas só enfia o barrete quem para ele tem cabeça... ;)

Referia-me - e não é o teu caso - àquelas pessoas que pousam o telemóvel ao lado, em lugar de destaque, assim que se sentam à mesa. Como que a avisar que ao menor chamamento polifónico o interlocutor (nós!) passa a ser invisível. Ou os que tecleiam freneticamente enquanto fingem conversar connosco. Já para não falar dos que deixam os aparatos ligados em concertos, funerais, etc. Por um único motivo: em todos os casos, estamos perante uma supina falta de educação...

Sofia K. disse...

Falta de educação? Então não era comigo...

beijos

Pedro disse...

¡A eso iba, cariño! Beijinhos...