terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O voo da codorniz com Google Earth (XVI)

Quinta do Campo, Valado dos Frades, Portugal

In memoriam João Pedro Collares Pereira

9 comentários:

Por entre o luar disse...

Olá:)

Passei para deixar um beijinho:)

Sorrisinho*

Huckleberry Friend disse...

Obrigado, por entre o luar! O teu sorriso, mesmo sem nunca o ter visto, sabe sempre bem. Beijos para ti.

jrl disse...

o google earth é espectacular..

Huckleberry Friend disse...

É verdade, jrl. Uso-o para viajar sentado à secretária e gosto de partilhar alguns lugares com os leitores. Uma vez por semana, a codorniz descola para partilhar memórias de sítios, pessoas, imagens e sensações. O voo de hoje tem um tom mais íntimo, por ter querido homenagear um amigo que partiu.

miguel disse...

Pedro: Foi o Pai Collares Pereira , suponho. Quando?

Huckleberry Friend disse...

Domingo passado. Ontem houve velório no São João de Brito, a missa de 7º dia é na próxima 2ª feira à tarde. Não tenho presente o local e a hora, mas vou tentar informar-me e colocar aqui. Abraço.

Huckleberry Friend disse...

A missa de sétimo dia é na próxima segunda-feira, 3 de Março, às 19, na Igreja de São João Baptista do Lumiar.

tiago pedro collares pereira de vasoncelos disse...

saudades de um neto que o sempre adorou.... sinto a sua falta... mas sei que está num sitio melhor sem a dor e a tristeza que viveu no seu ultimo ano muitas saudades avô joao...

Huckleberry Friend disse...

Caro Tiago, é com muita alegria que te vejo por aqui! Como vai a vida nos Açores (em que ilha estás?) Já sei que o teu irmão está noivo, ainda por cima da Joana, que eu conheci ainda bebé! Manda-lhe um abraço.

Do teu Avô guardo excelentes memórias, embora não nos víssemos com frequência. Vou reproduzir duas coisas que escrevi sobre João Pedro, numa conversa bloguística com o teu Tio Pedro (da Tété):

Tenho da Quinta do Campo as melhores recordações: um fim-de-semana delicioso, há muitos anos, com os teus sogros, a Tia Teresinha e o Tio Ninicho, o Joca, a Rosarinho e os respectivos miúdos; e os 18 anos da Marta, uma festa magnífica, daquelas que parecem não ter fim nem apetece que tenham... que madrugada essa, acho que nunca me vou esquecer!

O escasso contacto que tive com João Pedro - além do Valado, falámos meia dúzia de vezes em casamentos ou no Baleal, a última no Verão passado - gerou em mim um grande carinho por ele. Pelo indivíduo invulgar que cedo percebi que era. Pelo modo simples como transmitia conhecimentos (nunca esquecerei a visita a uma igreja visigódica perto do Valado ou a explicação dos sistemas hidráulicos dos monges de Cister). E também, confesso, por ser o patriarca de um clã no qual tenho tantos amigos. Uma família de que dá gosto gostar. Abraços!

Tu, Tiago, és também parte desse colectivo de amigos, todos os descendentes do Avô João Pedro e da querida Avó Maúde, com quem conversei muito no ano passado, no Baleal.

Que é feito de ti? Lembras-te dos nossos sudokus na praia e de uma conversa sobre eutanásia (por ti começada, algo que me surpreendeu pela enorme maturidade aos 10 anos!)? Espero ver-te por lá um dia destes.

Um abraço do amigo
Pedro Cordeiro