terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Justiça seja feita

Tinha-me esquecido desta. Também é linda.

Mafalda Veiga, Cada lugar teu ao vivo

15 comentários:

Por entre o luar disse...

Concordo plenamente contigo... Adoro a Mafalda... as musicas são lindas e as letras expectaculares... fico sem palavras ao ouvi-la...

BOm gosto:)

Beijos da lua:)

E sorriso***

Huckleberry Friend disse...

Eu não adoro a Mafalda (ver entrada abaixo), mas esta música e outras são lindas. Como não há sol, retribuo o sorriso lunar com umas gotas de chuva!

JP disse...

O que acho da Mafalda, já o escreveste tu no post abaixo: "é uma rapariga de que não sou particularmente fã".

Mas o "Pássaros do Sul" continua a ser a banda sonora ideal para o pousar das andorinhas na janela do meu sótão, assim que chega a Primavera...

Um abraço.

Huckleberry Friend disse...

O Herman José, nos tempos em que tinha graça, fez uma versão em que o que pousava em cima da rapariga que cantava não eram propriamente andorinhas... abraço, JP!

Su disse...

Infelizemnte (ou não) o meu pc não me deixa ouvir a Mafalda... ou melhor, deixa, mas aos solavancos, o que não ajuda! Como também não sou fã do seu tom de voz, fica ela por ela...

Mas vou tentar ouvir noutra fonte, só para não falar do que não conheço. Para isso já há por aí muitos...

Por entre o luar disse...

Tens razão, e peço desculpa pelo lapso:) Eu gosto de a ouvir, e gosto das letras delas:) e gostos não se discutem... mas respeito perfeitamente quem não gosta:)

Beijo da lua, que hoje não se ve:( mas a chuva também ja ca fazia falta:)

Mário disse...

Posso contar uma pequena história de um rapaz que "não gostava" da Mafalda? Pois não é que ele tinha uma amiga que gostava? E um dia, em pleno cromeleque dos Almendros, ao pé de Évora, com aí uns 45º à sombra, às duas da tarde de um dia de Agosto, eis que o grupo em que ele estava não era o único de "turistas-suicidas": a Mafalda estava lá também, dentro de um Diane, para visitar os "pedregulhos".
O nosso amigo, esse rapaz que se gabava (e gaba) de só correr se o Bin Laden for atrás dele (e mesmo assim...), CORREU para pedir um autógrafo à cantante.
Não sei quem foi ele, mas se ler este comentário rir-se-á agora a bom rir, pelo menos tanto quanto todos os presentes na altura se riram.

Huckleberry Friend disse...

Su, se deixares o vídeo em pausa até a barra vermelha carregar completamente, depois podes ouvir tudo do princípio ao fim... fico à espera de feedback.

Por entre o luar, ontem não vi a lua, hoje não vi o sol, mas ainda assim sorrio, como tu!

Paizão, já falei disso num comentário à entrada anterior. Claro que rio a bom rir... mas, rigor oblige, há que dizer que não foi no cromeleque, mas na Anta do Zambujeiro. Beijos.

Su disse...

Feito! Depois de compor aqui um puzzle (a minha miúda arrancou as letras do teclado uma a uma!) e de seguir as tuas sábias instruções, já ouvi a música sem lombas!
Mas mantenho a opinião... aquele timbre tira-me do sério! Escreve e compõe bem, sem dúvida, mas falta-lhe sal! É ensossa!

Huckleberry Friend disse...

Em geral. Mas tira um ou outro coelho da cartola, insisto! :)

av disse...

Concordo, Huck. E a minha preferida é o Restolho.
Bjs

Sofia disse...

Ups... aqui vem uma ex-fã (LOL). É verdade, havia uma altura em que ia a todos os concertos e estava sempre na primeira fila, mas depois cansei... enfim, agora lá deixo que passe uma música ou duas no meu sagrado Mp3, mas enfim. Há uma coisa que os une: sou quase tão desafinada como ela a cantar o Restolho. Contudo, gosto dessa e de outras: velho, cada lugar teu, e lume. lembram-me as guitarrada dos Bernardo.

beijinhos

Só há uma coisa: porque é que ela e o joão pedro pais estragaram a música do Lenine?

Huckleberry Friend disse...

Ana, Restolho foi a canção que me fez vencer os preconceitos contra a cabrita montesa... devo-o à Nica e ao Rui Melo, que cantava no Sítio da Várzea, na Foz do Arelho, onde um grupo de balealenses era presença assídua. Não conto agora essa história porque a contei, há poucos dias, no blogue do Miguel. Um beijinho.

Sofs, na primeira fila do Casino Estoril e com mesa vip... não numas escadas quaisquer como o povão (menos na altura dos exames, sobretudo um que calhou no dia dos teus anos)! Ou num concerto mais intimista da Mafalda, no Musicais, com uma dança apertada a ajudar a reencontrar amizades periclitantes. Ou, como dizes, durante as guitarradas do Nardas, no saudoso pátio de trás da casa velha dos Formosinhos, onde de Zeca Afonso a Dire Straits nada nos escapava. E aquele Verão inteiro que levámos a aprender a Chave dos sonhos? Beijo.

M. disse...

em primeiro lugar parabens, pelo ninho, pelo que nos (me) dás, e agora por esta brincadeira de palavras. estou entretida e nao deixa de ser ironico vir aqui parar a esta entrada. logo eu que nao gosto da mafalda veiga. sempre foi um duelo constante comigo e com a sofia sobre a musica da senhora. talvez seja um sinal. de que os tempos podem mudar?

beijinhos grandes*

Pedro disse...

M., acho que foste a única que alinhou a 100% na brincadeira (pelo menos de forma manifesta). Tive com a Sofia o mesmo duelo que tu, quando ela adorava a cabrinha-montesa e eu não. Entretanto, ela deixou de ser fã e eu reconheci que uma ou duas músicas eram boas. Esta, em particular... e Lume. Beijos grandes, amiga!