quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

O voo da codorniz com Google Earth (XI)

Cliquem na imagem para aumentá-la.
Em vez de olhar o mundo de cima, a codorniz volta-se para o céu. Cassiopeia, Andrómeda e Pégaso são as minhas constelações preferidas, não sei bem porquê. E as vossas?

10 comentários:

miguel disse...

A Cassopeia sim. É a minha constelação do Baleal, aquela que identifico de imediato, nessas noites outrora escuras , de onde era possível ver o universo quase todo. E nunca me esqueci da sua simbologia a qual, aliás, associo de imediato à geometria que é feita pelas estrelasque a compõem: uma mulher que dança , contorcendo-se.Pedro, relembra o desenho da constelação e vê lá se não é isso mesmo.

Huckleberry Friend disse...

Li não sei onde que é uma rainha vaidosa que apregoa a sua beleza... et pour cause! Abraço amigo.

Mário disse...

No ano passado tive a oportunidade de visitar o Observatório de Constância (apelidado de Centro de Ciência Viva), antes de ser elevado à categoria internacional.
Meia dúzia de rapazes empenhados e sabedores, orientados por um professor de astronomia - Máximo Ferreira -, mostravam todas as constelações e astros com uma paciênbcia infinita, perante o misto de ignorância e avidez do comum dos mortais, nos quais me incluo.

Foi uma noite bem passada, e recomendo a todos que dêem lá uma saltada - foi em Agosto, com céu limpo, embora algumas luzes colocadas na estrada produzissem um halo irritante, acrescido na altura pelo abate de árvores para construir edifícios, o que demoliu a paliçada protectora da visibilidade. Espero que esse pormenor se tenha alterado.

Se quiserem, fiquem, num excelente turismo de habitação que há a 2 km, fora de Constância, que tem um Refeitório Quinhentista onde se come maravilhosamente.

Huckleberry Friend disse...

Óptima sugestão, essa de nos deixarmos guiar por quem sabe explicar o que há para lá do espaço azul entre as nuvens...

presépio disse...

Eu adoro ver as estrelas a pairar sobre a berlenga um dia de verão... e mais do que isso, aquela chuva delas que nunca se viu!

um beijinho para a estrela de belém

Mário disse...

Fica o desafio: uma ida a Constância, com jantar no Refeitório Quinhentista, seguindo-se visão das estrelas no Centro de Ciência Viva.
Numa noite escura de Verão.
Huck: aceitas?

miguel disse...

Eu alinho...e levo a família

Huckleberry Friend disse...

A chuva de estrelas das Persêiades, que quase todos os anos levava ao forte do Baleal miúdos e graúdos, e que depois nunca se via (obra e graça do clima local), é um clássico de Verão.

Pai, desafio aceite!

miguel disse...

O significado científico da chuva de estrelas da Persêiades é , ele próprio, uma ínfima amostra do tamanho do universo por onde nós navegamos. E, no entanto, quão demonstrativo é esse significado da dimensão deste ( também infimo, à escala universal ) nosso sistema solar. E de quantos biliões de "enormes infinidades" destas se comporá o universo? A questão não é a sabida...que são biliões. A questão é...quantos biliões?
Fantástico imaginar o finito infinito..

Pedro disse...

Presépio: a estrela de Belém estacionou mesmo por baixo de um ramo de azevinho...

Miguel: respondo-te com um bocadinho de uma canção da Katie Melua que é mesmo sobre o quão pequeninos podemos sentir-nos perante grandezas como a população da China, a dimensão do Universo ou um amor vivido a fundo.

We are twelve billion light years from the edge,
That's a guess,
No-one can ever say it's true
But I know that I will always be with you.


Um abraço de Bom Natal, esperando um dia perceber o fenómeno da estrela de Belém...