quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Díptico com margaridas (II)

Descer a rua carregado de flores e ver sorrir mulheres de todas as idades.

7 comentários:

marta disse...

Eu sorriria com certeza.
Não tinha nada que saber.

Agora se era de saudades, ou de ternura por esse jovem é que ainda o não sei dizer

Huckleberry Friend disse...

E eu devolver-te-ia o sorriso na hora, porque não és menos do que as que se me cruzaram no caminho e a essas nada perguntei. Beijos!

Por entre o luar disse...

:)

Um post dos meus:) com sorrisos**

E é um enorme que te deixo hoje, para não variar muito...lool**

Beijinhos lunares=P

Huckleberry Friend disse...

Obrigado... prometo passar por ti com flores, um dia, a ver se te arranco um sorriso tão grande como o que aqui deixaste. Tens é de prometer que não me perguntas para quem são! Beijinhos com o sol a pôr-se :)

Sofia disse...

E o meu sorriso ao ver a casa cheia de flores?

um beijo

Mateso disse...

Claro, não é alegrar um pouco de vida?
è a cumplicidade de olhares para outro olhar de alguém
Gostei.
Bj.

Huckleberry Friend disse...

Sofia, esse sorriso valeu muito. E uma das flores foi estreia absoluta na nossa casa e mais do que um símbolo. Beijo.

Mateso, a cumplicidade de olhares é tanto melhor quanto maior a sua duração - mesmo se intermitente. Mas souberam bem as efémeras e ininterruptas cumplicidades dessa tarde em que desci a rua carregado de flores depois de ter dito a alguém, qual Mrs. Dalloway, "I think I'll buy the flowers myself". Beijinhos!