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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Ó, vil inveja...

...que corrói os espíritos de mais do que um comentador deste humilde blogue às vossas ordens! O programinha para o serão de hoje tem suscitado reacções que vão do roxo ao verde, todas motivadas pelo mesmo pecado capital. Aqui fica, para de novo pôr à prova a pureza das vossas almas, uma amostrazinha do que foi o concerto de há dois anos, no Pavilhão Atlântico. O de hoje é no Campo Pequeno, a companhia é a mesma e, tal como ela, os abraços só podem sair melhorados. ROAM-SE!

Mark Knopfler, Our Shangri-la

the sun's dropping down in the bay and falling off the world
there's a diamond in the sky, our evening star in our shangri-la

sexta-feira, 28 de março de 2008

Já tenho bilhete!

E, para celebrar, deixo-vos uma das músicas menos conhecidas - e mais bonitas - de Mark Knopfler. Faz parte da banda sonora do filme Local hero, que também é um dos meus discos da vida. Espero ouvi-la daqui a uma semana. Se não, consolo-me com as outras, que este tipo não tem músicas más!


Mark Knopfler, The way it always starts

Last night I thought I heard my name
Well it was too dark to see, but it had to be,
The voice was just the same
That's the way it always starts,
Sitting here and waiting on the beating of my heart.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Dias melhores virão

The Everly Brothers, Mark Knopfler & Chet Atkins, Why worry

SK, CVD, MV: um beijinho para cada uma e uma música para alegrar o que resta do dia.

Quem sobe a parada em Junho?

23 Fevereiro, Pavilhão Atlântico
Charles Aznavour, La Bohème


8 Março, Pavilhão Atlântico

The Cure, Boys don't cry


4 Abril, Campo Pequeno


Mark Knopfler, Brothers in arms


19 Maio, Centro Cultural de Belém

Georges Moustaki, Sans la nommer

Nota: corrigi a data dos The Cure. Obrigado, SF!

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Lar, doce lar



Going home é a última faixa da banda sonora original de Local hero, um filme dos anos 80. Recomendo a fita e a banda, que é de Mark Knopfler. E dedico a música à Ana Lobo da Costa, uma global hero que gosto de saber que gosta de estar em casa. E já agora, ao som da guitarrada, podemos ler este poema de António Ramos Rosa...

Casa de sol onde os animais pensam
erguida nos ares com raízes na terra
ampla e pequena como um pagode
com salas nuas e baixas camas
casa de andorinhas e gatos nos sótãos
grande nau navegando imóvel
num mar de ócio e de nuvens brancas
com antigos ditados e flores picantes
com frescura de passado e pó de rebanhos
ó casa de sonos e silêncios tão longos
e de alegrias ruidosas e pães cheirosos
ó casa onde se dorme para se renascer
ó casa onde a pobreza resplende de fartura
onde a liberdade ri segura

in Voz inicial, 1960