Como areia molhada na mão
O movimento ascendente das torres
(Como o teu corpo, e tudo, não tem rectas).
Agosto 2005
O movimento ascendente das torres
(Como o teu corpo, e tudo, não tem rectas).
Agosto 2005
Poema a lembrar um de muitos périplos espanhóis, enquanto espero pelo próximo e já anunciado, do qual prometo à M. trazer frutos galegos ao som do Mar adentro.

