Queen, Breakthrough
If I could only reach you
That would really be a breakthrough
O blogue anda mortiço, mas que querem? Às vezes não apetece escrever, apenas deixar, numa cadência de conta-gotas, pequenos bocados de vida sem tecer considerações nem criar coisa alguma. Não tento, sequer, defender a escassa quantidade com inexistentes ganhos de qualidade. Ando preguiçoso, é só. Isto é giro, mas cansa. Isto é bom, mas é preciso estar para aqui virado. E eu estou pouco. Logo se vê.
Prossegue a lista dos discos que marcaram os meus anos de adolescente. Gosto de álbuns ao vivo, tal como gosto de ir a concertos. Gosto, sobretudo, de álbuns ao vivo gravados em concertos onde estive. Não é o caso dos dois primeiros discos que hoje aqui trago, embora já tenha ouvido Moustaki ao vivo e tencione fazê-lo de novo em Maio. Os Queen nunca tive oportunidade de ver. Quanto ao disco dos REM, foi oferecido à minha irmã quando fez 11 anos e ocupou-nos o resto das noites de Verão. A culpada de levarem com esta música toda é, recordem-se os prezados leitores, a 