Na recta final da semana, cortamos a meta das comemorações do Dia da Mãe no codornizes. E a encabeçar a entrada, o verso inicial do poema Herberto Hélder, que usámos para dar o tiro de partida. Os quadros da exposição de hoje são de Mary Cassatt (1844-1926), uma americana amiga de Degas que expôs com os impressionistas de Paris. Não era, nem por sombras, tão ecléctica como Picasso. As mães que pintou não são, é evidente, as do nosso tempo. Mas soube retratar a maternidade com ternura e doçura. Terno e doce é, sem dúvida, esse milagre de que apresentámos visões femininas e masculinas. O maravilhoso e indizível milagre de se se Mãe. E Pai também, claro...
















































+Demont-Breton.jpg)
