| Leonardo Cohen -- ... |
Salvador Dalí, Dança, as sete artes
Vincent van Gogh, Salão de baile
Joan Miró, Bailarina II
Pablo Picasso, A dança
Pieter Brueghel, Dança camponesa
Ona, Dança| Leonardo Cohen -- ... |
Salvador Dalí, Dança, as sete artes
Vincent van Gogh, Salão de baile
Joan Miró, Bailarina II
Pablo Picasso, A dança
Pieter Brueghel, Dança camponesa
Ona, DançaPerdoarão a insistência em música que alguns consideram demasiado kitsch, ou mesmo pirosa, mas foi a forma que encontrei de agradecer os sorrisos permanentes que uma comentadora envia para este blogue e que têm o condão de suscitarem outros, nomeadamente o primeiro que esbocei nesta manhã de trabalho. Para que nenhuma estrela, cometa, nuvem ou fogo-fátuo tape o luar, que inspira músicos e poetas e evita trambolhões em noites escuras de Inverno, aqui vão duas canções baseadas em lendas da Lua. E uma faixa mais erudita, para que outros me não crucifiquem...
La Oreja de Van Gogh, La estrella y la luna
Mecano, Hijo de la luna
Wilhelm Kempff, Sonata ao luar de Beethoven (primeiro andamento)
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Etiquetas: beethoven, la oreja de van gogh, lua, mecano, música, presente, Wilhelm Kempff
Dai-me rosas e lírios,
Dai-me flores, muitas flores
Quaisquer flores,
logo que sejam muitas...
Não, nem sequer muitas flores,
Falai-me apenas
Em me dardes muitas flores
Nem isso... Escutai-me apenas
pacientemente [quando vos peço]
Que me deis flores...
Sejam essas as flores que me deis...
[...]
Álvaro de Campos
La Oreja de Van Gogh, Rosas
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Etiquetas: álvaro de campos, amor, família, gestos, la oreja de van gogh, música, poesia, presente, rosas
O pequenino Hotel du Ranelagh foi o poiso que me calhou da última vez que fui a Paris, há sete anos e picos. Isto descontando uma passagem fugaz em 2006, só trabalho, mitigada por um pombo de cinco temperos num restaurante chinês fino e umas coquilles Saint-Jacques na Biblioteca Nacional. Neve à chegada. Companhia agradável. Passeios zero.
Quentinho, acolhedor, o Hotel du Ranelagh fica perto do rio. Coube-me o último andar, com vista para os telhados de Paris e, se não me engano, o cocoruto da Torre Eiffel. Para o outro lado, fica o jardim onde Serge Reggiani passeava nos últimos anos da sua vida. Soubesse-o então e teria ido tentar a sorte. Mas só o soube mais tarde, já morto l'italien, que nunca vi ao vivo. Talvez por lá dê uma volta, em jeito de peregrinação, se for à cidade-luz na Primavera. Prometo cantar Reggiani em altos berros, naquele ou noutro dos jardins de Paris, de braço dado com quem de direito, e que tanto gosto de ouvir cantar em francês quando se distrai e não nota que estou a ouvir.
Yves Montand, À ParisNOTA: Findas as festas, as secções do codornizes voltam a ser regulares a partir desta semana.
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Etiquetas: paris, serge reggiani, voo, yves montand
Voltei a sentar-me ao piano por uns instantes. Estou enferrujadíssimo, apesar do muito que aprendi com o Tadeu, que agora ensina membros mais novos da família. Mas soube-me bem, sobretudo por ter posto a Sofia e os meus irmãos a dançar melodias que não imaginava dançáveis - tonto, pois todas o são, desde que queiramos soltar corpo e mente. Tive ocasião de experimentá-lo quando outras mãos substituíram as minhas no teclado e pude agarrar a cintura do meu par. A primeira partitura em que peguei foi esta. Não me saí tão bem como este senhor, mas ninguém apupou...
Glenn Gould, Inventio n.º 14 de Johann Sebastian Bach
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| 08 - Silence4 - Se... |
| Noa - We can work ... |
| Frank Sinatra) - M... |
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Etiquetas: amigos, amor, aniversário, casa, desejos, doces, família, gestos, moon river, presente, vida
Foi bom e foi há seis meses. Às vezes parece que foi há seis dias. Outras, há seis séculos. Que continue a ser bom. E melhor.
I say a little prayer, cena de O casamento do meu melhor amigo
Um dos meus grupos favoritos está em crise. Os espanholíssimos e deliciosamente pirosos La Oreja de Van Gogh ficaram sem a vocalista Amaia Montero, que parte para outros voos. A banda não acabou, quer dar a volta por cima, mas não sabe como. Com esta vozinha é que já não conta... só fico com pena de nunca os ter visto ao vivo.
La oreja de Van Gogh, El 28
Sí, quiero saber
si tú también recuerdas algo de aquel café
espero a veces sin entender por qué.
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Etiquetas: aniversário, Espanha, gestos, la oreja de van gogh, música
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Etiquetas: BLOGUES, cais das codornizes, música, natal, o meu cais, reis magos
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Etiquetas: BLOGUES, cais das codornizes, john denver, marretas, música, natal, o meu cais, presente
3. Música no coração
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Partilho com o progenitor a perplexidade perante a figura de São José, quase tão inquietante como a de Caeiro diante da "pomba estúpida". Moustaki cantou-o como ninguém e Rita Lee fez este cover que vos deixo, para preencher o espaço azul entre as nuvens e este ninho.
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Etiquetas: família, georges moustaki, música, natal, rita lee, são josé
Ao fim de uma data de anos, troco as uvas frescas por passas, que é como quem diz que a meia-noite do dia 31 não vai ser passada em Espanha, como de costume, mas em território nacional. Ou na 18.ª comunidade autónoma, como gosto de dizer quando o interlocutor é demasiado anti-hermanos. É um gosto voltar a contar as badaladas no Baleal... por fazê-lo em português? Também, mas, acima de tudo, por ser a minha terra, a nossa. Aquela cuja independência quisemos proclamar, certo Verão, elevando a ilha a Principado e anexando, à passagem, Berlengas, Estelas e Farilhões.
A verdade é que ligo pouco a fronteiras e sinto-me em casa em muitos lugares deste mundo. E se foi da água que mais tive saudades quando fiz de Madrid mi ciudad, ela não vai faltar durante os próximos dias, quer se espraie como um lago diante do terraço, quer ande revolta como neste vídeo que o Tomaz Bairros me enviou há tempos, quer caia do céu às bátegas como uma purificação antes do novo ciclo. Nesse caso, até pode vir acompanhada de raios e trovões. Que eu cá tenho aquecedores, chá e mantinhas e quem me console.
É o que o mundo anglo-saxónico chama ao dia a seguir ao Natal, e em que o campeonato inglês de futebol tem sempre jornadas históricas. Eis algumas explicações para o nome, que nada tem de desportivo:
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A todos um Bom Natal, com a música When a child is born, cantada por Charles Aznavour, Plácido Domingo, Sissel Kyrkjebo e Josep Carreras, no codornizes, e pelo Saint Philips Boys Choir, no Cais.
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Etiquetas: BLOGUES, cais das codornizes, desejos, música, natal, o meu cais
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Etiquetas: amor, BLOGUES, cais das codornizes, música, natal, o meu cais, olivia olson
Ella Fitzgerald e Louis Jordan, Baby, it's cold outside
outras versões recomendadas: Elvis Costello e Anne-Sophie von Otter,
Kenny Rogers e Dolly Parton, Bing Crosby e Doris Day.
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Etiquetas: ella fitzgerald, inverno, louis jordan, música
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Etiquetas: descanso, franz schubert, gestos, música, truta
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Tinha-me esquecido desta. Também é linda.
Mafalda Veiga, Cada lugar teu ao vivo
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Etiquetas: justiça, mafalda veiga, música
| lume-soundbyte.mp3 |
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Etiquetas: lume, mafalda veiga, soundbytes

Sexta-feira à noite, foi em Lisboa, na igreja de Santa Isabel, pela mão das equipas de jovens de Nossa Senhora, com opípara ceia natalícia incluída. Que bom voltar àquele local de tantas memórias e encontros, da Lectio Divina do Padre Zé Manel às missas de homenagem à Tia Amelinha e ao Avô Dragomir, e vê-lo cheio de gente reunida para festejar o Natal.
Que alegria nos olhos do público e dos artistas (os adolescentes eram maioria), numa azáfama social e musical trepidante. Que boa selecção musical, entre o nacional e o estrangeiro, entre o religioso e o pagão. Que graça a do Pêu a orientar o coro, e que vozes a dele e a de outros, com destaque para a Xinha. Que bebé bonito o que estava ao colo da mãe que se sentou ao nosso lado. E que bem ladeado estava este vosso amigo, que teve a sorte de ter sido convidado de duas queridas amigas (obrigado, Ana e Filipa)! Houve mais música nessa noite e mais haverá até ao Natal...
| Natal-elvas.mp3 |
Natal de Elvas, pelo Coral de São Domingos (Montemor-o-Novo)

Ó meu menino Jesus
Que tendes, porque chorais?
Deu-me minha mãe um beijo,
Choro por que me dê mais
Continuo voltado para blogues de gente amiga... qualquer dia esgotam-se, apesar dos muitos amigos que me apraz ter. O do Miguel Leal é criação recente: faz um mês na véspera de Natal. E é um retrato do seu autor: sensibilidade, modéstia e humildade, generosidade e capacidade de partilha, para usar as palavras do Manuel Teixeira, que recuerou neste algeroz uma secção que deixou saudades no extinto blogue do Baleal, no qual o Miguel também intervinha, no registo que em bora hora ganhou morada própria.
O blogue propõe-se escoar a angústia dos dias e reter tudo o resto que vale a pena ser retido - e olhem que cumpre. E o que retém este algeroz, nascido com o nome Desenterrem-se os mortos e rebaptizado em minha casa, por obra do acaso e de uma conversa paralela entre o Teixeira e o Rodolfo Knapič? Espantos, experiências, privilégios, paradoxos... música pirosa (como todos os que temos coração) e a poesia do quotidiano. Observador finíssimo, o Miguel fala com decoro das suas coisas e das coisas do mundo. Exemplo da sua afectividade é o facto de ter os blogues de amigos classificados não por título, mas pelo nome de quem os faz.
Vamos à ronda pelo blogue: uma dose de energia matinal a que eu chamei café e o Miguel cerveja gelada, uma piscadela de olho à ilha mais linda do mundo, berço da nossa amizade e coisas giras sobre vários Natais. Talvez devesse haver mais mensagens visíveis em cada ecrã. Por agora são sete, sugiro dez. E abraço fraternalmente o Miguel pelo prazer de ler este blogue.
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16:19:00
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O título desta entrada foi, se não me engano, o nome dado em português ao filme A hard day's night, dos Beatles. Mas só o pus aqui por gozo. O assunto que trago tem um título mais simples: Love. É a recriação pelo Cirque du Soleil de uma série de músicas dos Fab Four, com a colaboração de Paul e Ringo e das viúvas de George e John. George Martin, um dos vários candidatos a "quinto Beatle", tratou dos arranjos com o filho Gilles.
Vasculharam Abbey Road de alto a baixo, encontraram faixas não incluídas nos álbuns, misturaram sons e saiu um disco belíssimo, que tenho ouvido muitas vezes em viagem. Que deleite!, tentar descobrir de que música vem cada sample e redescobrir uma paixão de há muito... ontem, a RTP2 fez o favor de passar um documentário sobre Love a horas decentes. Estejam atentos, que eles costumam repetir. Se não, consolem-se com esta amostra.
NOTA: Isto só podia ser dedicado ao Tiago. Mas a Teresa (aqui e aqui) leva menção honrosa.
Comecei ontem a escrever os meus cartões de Boas Festas. É uma epopeia anual a que cada vez menos gente se entrega, mas que dá um gozo enorme. Escolher a caneta (nunca esferográfica!), deitar-me no tapete da sala, procurando um poiso abrangido pelo cone de influência do termoventilador (noutros anos foi à lareira, no Toxofal) e cuidar a caligrafia em textos breves, mas pensados para cada amigo. Manuseio com a destreza possível a lista de destinatários, a agenda e os postais propriamente ditos. Ouso antever o sorriso nos lábios de quem abrir cada envelope selado com cuidado (com selos a sério e não aquela etiqueta ordinária da estação de correios), tento adivinhar quantos vão responder... e espero placidamente pelos postais que vierem, pelo Natal, pelos presentes, pela felicidade que desejo para os outros e para mim. A música óbvia, cantada pelos bonecos da Walt Disney.
Larry the cable guy a cantar músicas de Natal. Um bocado avacalhado, mas algumas têm graça...
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21:57:00
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Toxofal de Baixo, Portugal| chestnuts.mp3 |
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23:23:00
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Etiquetas: frank sinatra, música, natal, soundbytes
Música de Natal no tom pacífico de um fim de tarde de domingo.
Barbara, Joyeux Noël
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18:58:00
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Ladainha dos póstumos Natais
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que se veja à mesa o meu lugar vazio
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que hão-de me lembrar de modo menos nítido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que só uma voz me evoque a sós consigo
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que não viva já ninguém meu conhecido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem vivo esteja um verso deste livro
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que terei de novo o Nada a sós comigo
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que nem o Natal terá qualquer sentido
Há-de vir um Natal e será o primeiro
em que o Nada retome a cor do Infinito
David Mourão-Ferreira, in Cancioneiro de Natal
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10:27:00
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Etiquetas: david mourão-ferreira, natal, poesia
Dois meses é pouco, mas é pretexto para ouvirmos uma vez mais o nosso hino oficial, que é uma das músicas mais bonitas do mundo. Desta feita, na voz de Perry Como. We're after the same rainbow's end / Waiting round the bend.| Perry Como - Moon ... |
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Etiquetas: aniversário, codornizes, moon river, música, perry como
...mas que ainda não morreu. É para os leitores do codornizes, que a meio desta noite chegaram aos cinco mil. Parabéns a vocês!
Eu em Valmitão (foto de SK, Outubro 2007)
Contra o poente
Na tarde em que me procuro
a luz bate em janelas ociosas
e há um rio
Como num quadro onde não quis que me pintassem
as elegias tornam-se porosas
e dou-me conta de que o traço é azul
Rumor nas águas
respondem-me às falácias com vertigens
e enchem-me o olhar de curvas em perfeito movimento
como acácias
são sustos nesta ilha que às vezes sou
como eucaliptos
Às vezes eu queria que o tempo não passasse
durmo em céus fragmentados de Monet
entre ocres térreos, nuvens férreas, sons que alguém produz
cresce-me um querer ficar
um deixar-me ir
e um sol mais lento, que este já se pôs
Lisboa, 6 de Março de 1997
Mais um blogue espanhol, mais um blogue de um amigo. Luis Felipe Torrente recolhe o que outros vão deixando pelas paredes de Madrid e não só. Cartazes, graffiti, inscrições, divisas ou desabafos sobre fundo de betão ou tijolo povoam este espaço divertido. A actualização não é diária, mas de vez em quando vêm uma data de entradas em catadupa.
O vol d'oiseau habitual revela-nos uma fuga à rotina para homenagear o Turner deste ano, uma carta ao futuro, dois cartazes vintage de um bairro que conheci melhor com o ilustre blogueiro, um alívio lisboeta e heresias como esta e mais esta.
Jornalista da televisão Cuatro, apreciador de boa comida, bons copos e bons livros, o autor deste blogue gosta muito de Portugal e o português ibérico que sou também gosta muito dele. Un abrazo, Luis!
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Etiquetas: amigos, BLOGUES, Espanha, iberismo, madrid, prohibido fijar carteles
Santa Claus, the Movie (1985)
Vi este filme em Oxford, há mais de 20 anos. É delicioso. Claus e Anya são um casal que costuma entregar presentes aos miúdos pobres da sua aldeia. Vão num trenó puxado por renas e tudo se passa no século XIV. Apanhados por uma tempestade de neve, salva-os da morte um grupo de elfos liderados por Dudley Moore. E assim nasce o Pai Natal. Ah, e a Mãe Natal, sem a qual...
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23:48:00
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Etiquetas: BLOGUES, cais das codornizes, eurythmics, música, natal, o meu cais
Os enfeites de Natal apaixonam-me. Sempre adorei fazer a árvore de Natal (abeto natural, perdoem os ecologistas), em tempos com os meus pais e a minha irmã, mais tarde com primos mais novos, depois com mais irmãos e este ano, pela primeira vez, numa casa que é minha. Nossa. E que tem três árvores de Natal: uma a sério, uma de armar que era da minha bisavó e uma insuflável! | It's beginning to ... |
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23:28:00
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Etiquetas: amigos, ana knapic, mimos, música